Sobre Nós

Pretende-se com este blog falar sobre a Marinha Grande em particular e um pouco de tudo em geral.
Cada membro é responsável pelo que escreve e, como se pode perceber pela diversidade dos perfis, não vincula os outros elementos às ideias apresentadas.
Do mesmo modo que todos estamos identificados também os comentários deverão estar devidamente identificados, parece-nos justo. (por questões de horário de trabalho os comentários podem demorar a ser aprovados) .


Membros:

Chamo-me Carlos Carvalho, sou natural da Marinha Grande e nascido em 1962. Casado , pai de dois filhos, professor de informática na escola sec. Calazans Duarte, mestre em Comunicação Educacional Multimédia.

Pontos de interesse, o associativismo. as organizações e a educação. A politica local, mas não a partidarite.
Tento guiar-me por duas histórias:
1- Estava uma senhora já de uma certa idade a ouvir as noticias na rádio e dizem que está um carro em sentido proibido na autoestrada, como ela sabe que o marido está nessa estrada liga-lhe preocupada e ele responde, um? estão todos! (quando achamos que só nós estamos certos devemo-nos questionar se temos razão).
2 – Um Japonês à porta da fábrica vê sair o patrão num Mercedes e pensa, um dia também vou ter um carro como o dele. Um português à porta da fábrica vê sair o patrão de Mercedes e pensa, um dia ainda vais andar de bicicleta como eu. (eu prefiro o japonês, não me importa o que os outros têm, mas eu também gostava de ter).


Sou Elvira Ferreira, natural de Tomar e residente na Marinha Grande desde 1974. Fui professora durante mais de 40 anos, quer no 1.º ciclo, quer no Ensino Superior. Sou mãe de dois filhos de que muito me orgulho, tal como de dois netos e uma neta que acompanho muito de perto. Interesso-me pelo ensino – aprendizagem da Matemática nos primeiros anos, pela discussão de ideias, de assuntos tanto da atualidade local como mais global. Faço do meu dia-a-dia uma luta constante por mais transparência, mais justiça, coerência, honestidade e verdade. Continuo a acreditar que “pensar é muito perigoso, mas não pensar é muito mais perigoso” (Hanna Arendt).

Escrevo de acordo com o novo acordo ortográfico.


Sou Orlando Joia, nasci na Marinha Grande, na, então Clínica D. Dinis. Sou jornalista em rádio, onde pude juntar duas paixões: Comunicação e Desporto. Tenho um orgulho imenso na Marinha Grande, na sua história, nas suas gentes e no seu potencial… assim os marinhenses acreditem em si e nas suas capacidades.

Solidariedade, competência, empenho, dedicação e muita justiça, são princípios balizares da minha vida e que,tento passar aos meus dois filhos. Tenho muita dificuldade em lidar com a injustiça, tal como com a incompetência continuada.
Para mim, os erros são oportunidades de melhoria. Erramos todos os dias, porque somos humanos, mas errar de forma continuada, por teimosia, já demonstra falta de inteligência.


Carlos Caetano, nascido na Marinha Grande em 1965, casado, pai de dois filhos adultos e formado em Anatomia Patológica, Citológica e Tanatológica pela Escola Superior de Tecnologia de Saúde de Lisboa.

Interessado desde sempre pelo tema “Marinha Grande”, desenvolveu nos anos 80 as acções necessárias à elevação da Marinha Grande à categoria de Cidade, nomeadamente através da redacção do Projecto-Lei apresentado à Assembleia da República, que viria a ser aprovado e convertido em Lei em Março de 1988.

No dia-a-dia procura actuar com bom senso e discrição bem como na desconstrução de preconceitos.

Não cumpre o Acordo Ortográfico.


Chamo-me Ricardo Macedo, tenho 40 anos.
Nasci longe mas estou na Marinha Grande desde as primeiras memórias.
Economista de formação, empregado bancário de profissão, com dois filhos.
Gosto de economia, cinema, livros, informatica, fotografia, ciencia e natureza e coisas mais parvas (humor e jogos ou legos p.e.) mas acima de tudo costumo dizer que eu sou a pessoa que mais gosta de politica que nunca se envolveu com qualquer atividade politica e que mais gosta de teologia sem ter uma religião escolhida.
E gosto de aprender, por isso gosto de discutir, incluindo discutir o mais politicamente incorreto como politica ou religião e gosto de dizer o que penso o que nem sempre (quase nunca) é muito positivo.
Por fim, gosto de todas as opiniões, principalmente as que forem opostas às minhas. É com essas que aprendo mais.


Nélson José Nunes Araújo, (quase) 42 anos (N. 1975).
A minha história conta-se pelas Pessoas que são a minha referência, a começar pelos meus Pais, que chegaram cá em 1970 pelas mesmas razões que trouxeram tantos milhares de pessoas ao longo dos anos à Marinha Grande: trabalho! E ainda os espaços que habitei, como a casa onde nasci e cresci na Rua do Sol.

Foi na Marinha Grande que nasci e me fiz Homem.
O que sou, quem sou, à Marinha Grande (a muitos Marinhenses!) o devo.
Por isso o amor que lhe tenho é incondicional e o que desejo é poder contribuir para o seu engrandecimento, para que ela (a Marinha) seja sempre GRANDE!

Licenciado em Teologia (1994-2000), pela Universidade Católica Portuguesa, e em Serviço Social (2007-2011) pela Escola Superior de Educação e Ciências Sociais do IPLeiria. Presentemente (2015-…) estou a concluir o Mestrado em Mediação Intercultural e Intervenção Social, pela ESECS/IPLeiria, com uma Dissertação final sobre a importância das Políticas Públicas (Municipais) para a Inclusão Social na perspectiva da Intermulticulturalidade.

O desejo de contribuir para a construção de uma Sociedade melhor, de contribuir para o Bem dos outros, de ajudar… é o que, desde sempre, me motiva!
Todas as minhas opções pessoais, vocacionais, académicas e até mesmo profissionais são disso reveladoras. É a constante necessidade de estar, de reflectir, de agir para a construção de Comunidades mais Justas, mais Fraternas, mais Solidárias.

Em tudo quanto sou ou faço, sou apenas Eu! «Quente» ou «frio», nunca «morno», tendo presente a palavra do Livro do Apocalipse (AP 3, 15-17).


Chamo-me Nelson Gomes, tenho 46 anos e sou formado em Informática e em Comunicação Educacional. Vivo na Marinha Grande há seis anos mas por aqui trabalho desde 1999 e aqui estudei na minha juventude.
Sou membro e co-fundador do Marinha Grande Toastmaster Club.
Tenho uma mente inquieta que se interessa por demasiadas coisas e que me drena a cada vez mais restrita e seletiva memória, criando uma sensação de permanente e difusa insatisfação.
Sou um grande apreciador de talentos e de exemplos de superação mas, por outro lado, sou pouco tolerante a enviezamentos de raciocínios naqueles que demonstram que dominam a arte de raciocinar.
Adoro as palavras e as suas infinitas possibilidades e espero crescer como pessoa, como cidadão e como munícipe ao participar neste projeto.


José Nobre, 47 anos, natural de Angola.
Professor na Escola Secundária Eng. Acácio Calazans Duarte, Marinha Grande, desde 1995. Licenciado em Artes Plásticas (Pintura) e Mestre em Comunicação Educacional Multimédia.
Casado e com um filho, esta é a melhor Arte!
O facto de não haver um sentimento estético universal na base da cultura de todos os povos dificulta o entendimento do conceito de arte. Essa é uma das razões para que o que foi dito sobre arte tenha atravessado tempos e lugares multiplicando-se em formas e linguagens tão diversificadas quanto complexas e elaboradas. A unanimidade esteve apenas na representação mimética da natureza. Se até á “revolução cubista” a importância do figurativo, do real, do objetivo permaneceu na pintura como uma referência inquestionável da arte ocidental, a desconstrução das imagens e o primado da cor e do traço veio obrigar a novas leituras e novos posicionamentos. Impôs-se, a partir daí, a capacidade criativa dos artistas a nível da utilização simbolica da cor, da organização do espaço, da reinvenção de técnicas e de materiais.
Neste espaço, pretendemos “pensar”um pouco acerca da arte e da educação artística, pensar a Arte como forma de apreender o Mundo e que permite desenvolver o pensamento crítico e criativo e a sensibilidade, explorar e transmitir novos valores, entender as diferenças culturais e constituir-se como expressão de cada cultura. “Pensar” a relevância das Artes no sistema educativo centrado no desenvolvimento de diversas dimensões do sujeito através da fruição-contemplação, produção-criação e reflexão-interpretação.

“Não há, na arte, nem passado nem futuro. A arte que não estiver no presente jamais será arte.” – Pablo Picasso


O meu nome é Armando Gonçalves Constâncio dos Santos, casado, com dois filhos. Nasci em 26 de Abril de 1948, em casa, no Casal da Formiga, cujo parto foi assistido pelo saudoso Dr. Coelho.
Fiz a 3.ª classe na Marinha Grande, mas, em 1958, por altura das eleições em que participou Humberto Delgado, o meu pai foi despedido da Caixa do Pessoal da Indústria Vidreira, por razões políticas e eu tive que ir viver com os meus avós maternos para a aldeia de Pereira do Campo, entre Alfarelos e Coimbra, onde fiz a 4.ª classe.
Já a vivermos em Lisboa, para onde o meu pai teve que deslocar a família, para tentar sobreviver vendendo vidro à comissão, comecei a trabalhar aos 14 anos e a estudar de noite.
Aos 16 anos embarquei para Angola, sozinho, para me juntar à família que já lá estava, tendo começado de imediato a trabalhar na empresa onde trabalhava o meu pai, prosseguindo os meus estudos à noite.
Após o 25 de Abril de 1974, fiz parte da Comissão Coordenadora da 1.ª Comissão de trabalhadores da SIGA, onde trabalhavam cerca de 1300 pessoas.
Aderi ao MPLA e participei na organização da UNTA, Central Sindical do movimento.
Em 14 de Novembro de 1975, após ter escapado de algumas tentativas de assassinato tentado pela FNLA, fui o último membro da família a abandonar Angola, por razões de segurança, tendo embarcado no navio Russo Ucrânea.
Já na Marinha Grande, a viver em casa dos meus pais, juntamente com toda a restante família, consegui emprego na Iberoplás, como responsável da secção de recursos humanos, tendo evoluído para Director Comercial no início da década de 80.
Fui membro da Comissão de Trabalhadores da Iberoplás, delegado sindical e dirigente sindical do Sindicato dos Trabalhadores de Comércio e Escritório do Distrito de Leiria.
Em 1986, a convite da CDU, integrei em 4.º lugar a lista concorrente à CMMG, liderada por Emílio Rato, que ganhou as eleições com maioria absoluta. Nesta época, tive um papel importante no arranque da Zona Industrial da Marinha Grande e na organização das Feiras de Actividades Económicas, a primeira das quais foi no SOM, inaugurada pelo Presidente da República Mário Soares.
Em Junho de 1989, seis meses antes de acabar o mandato, renunciei ao cargo de vereador a tempo inteiro e aceitei um convite da Iberomoldes para exercer o cargo de Director Geral da Edilásio Carreira da Silva, contra a vontade do PCP, que contava comigo para número 2 da lista que iria ser liderada por João Barros Duarte às eleições desse ano, que a CDU ganhou.
A minha carreira na Edilásio foi interrompida, numa altura dramática da minha vida pessoal, após insistentes convites do PS para integrar a lista liderada por Álvaro Órfão, como independente, às eleições de 1993, que o PS ganhou, interrompendo um ciclo de 15 anos de gestão municipal da CDU.
Fui vice presidente da CMMG durante 12 anos.
Acabada a minha participação política, encerrado este capítulo demasiado longo do exercício de funções públicas, tentei voltar à Edilásio, para ocupar o lugar que detinha antes de ser eleito, nos termos da Lei, mas foi-me dito, com mais ou menos delicadeza, que após 12 anos de ausência o meu lugar tinha sido preenchido, as dificuldades porque passavam as empresas na altura impediam acréscimos de custos e eu era dispensável. Nada que eu não tivesse previsto.
Em finais de 2015, decidi adquirir uma pequena empresa de cartonagem em Vieira de Leiria, tendo obtido financiamento integral, em forma de leasing, para poder concretizar o negócio, que ainda hoje se mantém.


António José Lopes Ferreira nasceu em 14 de março de 1970. Tem uma filha. É jornalista no Jornal da Marinha Grande e Rádio Clube Marinhense e docente no ISDOM.

Exerce ainda as funções de administrador da empresa MMC, entre outras atividades profissionais. Licenciado em GRH, é Mestre em Ciência Política e Doutorando em Ciências da Comunicação.

Reside na Marinha Grande.


Paulo Tojeira, nascido em 1957 na Marinha Grande. Licenciado em Educação Física, Cinesioterapia e Reabilitação Funcional pelo Instituto Superior de Cultura Física George Dimotrov – Sófia; especialista em traumatologia e neurologia e terapeuta da mão pelo Instituto Científico de Ortopedia e Ortopedia – Academia de Medicina de Sófia; Doutor em Cultura Física pela H.C.C. of Bulgária.
Foi presidente da Organização Nacional dos Estudantes Portugueses na Bulgária. Fundador do projeto Tocándar e da Associação Tocándar; co-fundador da MOHER – Associação Para o Desenvolvimento de S. Pedro de Moel; co-fundador do encontro/festival Identidades.
Foi membro da Assembleia Municipal e vereador da Câmara Municipal da M. Grande.
É professor da Escola Secundária Eng. Acácio Calazans Duarte. Exerce atividade clínica da área da reabilitação. É diretor artístico do grupo de percussão Tocándar.


Octávio Matos Serrenho Ferreira, nascido em Mação, um dos 3 concelhos do País onde segundo notícia recente se vivem mais anos, mas é na Marinha Grande que estão passados mais de metade dos meus 64 anos, onde casei, cresceram os meus filhos e onde trabalho, tratando-se por isso da minha terra adoptiva.
Em serviço no Ministério da Agricultura, sobretudo no apoio à gestão das Matas Nacionais localizadas nos concelhos limítrofes da Marinha Grande, em função da minha formação académica em Silvicultura que fiz no Instituto Superior de Agronomia, em Lisboa.
A leitura, as viagens, a jardinagem, a agricultura biológica e em especial a vitivinicultura, são temas e interesses a que me dedico com prazer, para além das atividades da Associação de Melhoramentos da aldeia onde nasci, com intervenção, sobretudo, nas vertentes sociais, culturais e recreativas de 3 comunidades muito próprias e específicas.
No distrito de Leiria tento intervir em apoio daqueles que sofrem com a doença de Parkinson, através da Delegação distrital com sede na Marinha Grande, integrada na Associação Portuguesa de Doentes de Parkinson.
Como a vida é algo que corre muito rápido procuro acima de tudo vivê-la, intervindo!


 

PENSAR (E)M GRANDE implica dar sugestões que melhorem o Concelho, sem receio de opiniões, que de melhor gabarito, possam ser escolhidas em detrimento das nossas.
A Marinha Grande necessita que se estabeleça um plano estratégico a médio prazo que permita definir, o Concelho de amanhã, a partir de hoje, assumindo os ensinamentos do antigamente.
Depois de há muito tempo, politicamente falando, já ter escolhido “arrumar as botas”, decidi retomar as minhas responsabilidades enquanto cidadão. Por isto, sem qualquer ambição de lugares, acabei por à 4 anos integrar o movimento +Concelho.
Acho que é irresponsável aquele que não se predispondo a dar sugestões, não se coíbe de criticar só por criticar, com o intuito de prejudicar quem quer fazer. (Muitas vezes vemos, na praça pública, injustamente criticados os políticos legitimamente eleitos, por não fazerem mais do que são capazes).
No entanto, o meu entendimento democrata, dá-me o bom senso para retirar de todas as criticas, os necessários ensinamentos que contêm.
Pretendo trazer a este espaço algumas das sugestões que já levei ao +Concelho, outras que defendi em sede do PEM, outras novas. Sem me preocupar se o(s) assunto(o) que defendo sejam de minha única responsabilidade ou se outros os defendem. Interessa-me sim, que possam ser garantia de mais e melhor Concelho da Marinha Grande.
Gostaria que a Marinha Grande de amanhã fosse o sitio para trabalhar (que já é hoje), mas que também fosse o sitio com qualidade de vida (trabalho, cultura e laser) que valha a pena ás pessoas escolherem para viver.
É por isso que me exponho, sem medo do ridículo que me possa tornar.

Luiz Branco